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sábado, 5 de novembro de 2011

L'illusion comique


Parece que as leis da física são independentes da seta do tempo e nenhuma delas justifica a nossa crença de que tudo – o Universo, nós – evolui de um passado para um futuro. Como se o Tempo fosse uno, total, e um projector, talvez a nossa consciência, iluminasse fragmentos desse tempo numa ordem que corresponde à nossa sensação da passagem do tempo.
Ideia completamente avessa às nossas convicções mais profundamente enraizadas, àquilo que julgamos serem as nossas observações quotidianas; mas ideia consistente com as leis da física, com as evidências empíricas, que parece casar com outra ideia abstrusa, mas também ela suportada por evidências: a holográfica:
Maybe, that is, the universe’s real physical processes take place on a thin, distant surface that surrounds us, and all we see and experience is merely a projection of those processes. Maybe, that is, the universe is rather like a hologram.


Corneille teria adorado este jogo de ilusões, cada uma escondendo outra e todas elas mascarando a realidade -- se é que tal coisa existe.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

O Tempo

Extraído de  The Fabric of Cosmos: Space, Time, and the Texture of Reality:

Past, present, and future certainly appear to be distinct entities. But, as Einstein once said, “For we convinced physicists, the distinction between past, present, and future is only an illusion, however persistent.” The only thing that’s real is the whole of spacetime.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

O tempo

Que é, afinal, o Tempo? À semelhança das três dimensões espaciais que conhecemos, é simétrico ou evolui num único sentido? A leitura de The Fabric of Cosmos: Space, Time and the Texture of Reality não me deixou esclarecido, antes me suscitou ainda mais questões relativas às duas entidades básicas da realidade: o espaço e o tempo. Leitura fascinante, difícil, por ser em Inglês e, sobretudo, pelos conceitos que envolve. Dela aqui darei conta reproduzindo excertos, num esforço (certamente vão) para eu próprio tentar entender quem somos, de onde vimos, para onde vamos.
No one has as yet found the definitive, fundamental definition of time, but, undoubtedly, part of time’s role in the makeup of the cosmos is that it is the bookkeeper of change. We recognize that time has elapsed by noticing that things now are different from how they were then. The hour hand on your watch points to a different number, the sun is in a different position in the sky, the pages in your unbound copy of War and Peace are more disordered, the carbon dioxide gas that rushed from your bottle of Coke is more spread out—all this makes plain that things have changed, and time is what...