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domingo, 16 de novembro de 2008

Ronin

Ao fim de 25 anos, interrompi o ensino do karaté, mas não a prática, que a paixão continua, tão ou mais viva do que quando comecei. O facto de não ter alunos libertou-me de responsabilidades e de compromissos - quota da federação, pertença a uma associação, programas técnicos, exames, estágios...
Como um samurai sem senhor, um ronin, estou livre para seguir o caminho que bem entender, indiferente a querelas de estilos e linhas, afastado das guerras chatas e desgastantes... E esse caminho levou-me, mais uma vez, com o meu amigo Augusto, o meu primeiro professor de karaté, a Paredes de Coura para treinar com o mestre Vilaça Pinto.
Como jovens aprendizes, dormimos no ginásio do mestre, apesar do frio cortante, treinámos sob a sua orientação, beneficiámos das suas numerosas correcções. Cansados, mas satisfeitos, com muita matéria para estudar (nós estudamos com o corpo), eis-nos já a pensar na próxima viagem a Paredes de Coura...

2 comentários:

Manuel Rodrigues disse...

Estimado Zé, sensei na linguagem karateca. Encontramo-nos poucas vezes, faço parte da Seiwakai, do Sensei Vitor Gomes e estive no Entroncamento há 2 anos atrás. Interessante o seu site que descobri hoje...Um destes dias, ainda nos vamos encontrar num qualquer estágio. Um abraço amigo. Oss.

disse...

Olá, Manuel. Há quanto tempo... Certamente que nos voltaremos a encontrar, que os caminhos da Via, por tortuosos que sejam, cruzam-se frequentemente.
Um abraço e Oss.
JCC