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sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Um trovador serôdio

Álvaro Domingues, personagem de ficção de romance meu inédito -- desculpem as redundâncias, mas a experiência mostrou-me que não são escusadas, já que os primeiros leitores se deixaram enganar por ilusão do real demasiado bem construída -- deixou-nos, para além das cantigas trovadorescas que ele muito admirava, mas já estavam fora de moda, versos noutros registos. Por exemplo, estes:
"O esquecimento é a morte
De nós e de nossos amados
Uns e outros levados
Pelo Tempo, pela crua Sorte"

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