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terça-feira, 9 de junho de 2009

Alimentando o gato Felpudo

Não gosto muito de gatos. Mas este e a irmã foram trazidos pela mãe, famintos, pouco após a morte da minha rotweiller. Alimentei-os e foram ficando pelo quintal, sempre ariscos, sem deixar que ninguém lhes toque. Excepção: o Afonso. A amizade com o macho, o Felpudo, começou cedo, quando o Afonso berrava desalmadamente, sem que nada o calasse; então, levava-o até à porta, mostrava-lhe o gato e, miraculosamente, a gritaria infernal cessava. Depois, começou a andar e a perseguir o Felpudo, que se lhe vinha encostar e pedir afagos. Agora retribui, prendendo o cão e alimentando-o.
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