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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Assassino e incendiário

O fogo é pior do que um ladrão, dizia a minha avó. E explicava: o ladrão rouba, o fogo mata e destrói. Há quem mate, depois ateie incêndios -- dez, segundo a polícia -- e se veja recompensado com o rendimento mínimo. A mim, ofende-me que nós, vítimas, tenhamos  de pagar  a criminosos para que lhes não falte tempo livre para os seus desmandos. 
Alguém me dá boas razões para que os incendiários não sejam condenados a trabalhos forçados, limpando matas, combatendo fogos? E para os assassinos não terem de pagar pelo que fizeram? E para o rendimento mínimo ser atribuído a marginais?

2 comentários:

João Andrade disse...

Todo o incendiário deveria ser consumido pelas labaredas da sua obra. De preferência, atado a um pinheiro.

Jose Catarino disse...

A minha proposta é menos radical: obrigar os incendiários a trabalhar, protegendo a floresta que um dia danificaram. E, se aptos, combater os incêndios à frente dos bombeiros. Corte de todo o tipo de apoio social aos condenados por crimes graves -- roubo à mão armada, homicídio, incêndio. Falo em vão.