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segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Ninguém

"Ó Ciclope, perguntaste como é o meu nome famoso. Vou dizer-to,
e tu dá-me o presente de hospitalidade que me prometeste.
Ninguém é como me chamo. Ninguém chamam-me
a minha mãe, o meu pai, e todos os meus companheiros."

Homero, Odisseia (trad. Frederico Lourenço)

(Negrito meu. Note-se que "ninguém" é muito mais sugestivo do que "alguém".)

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