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sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Repatriar e deportar

O governo francês repatriou umas centenas de estrangeiros que considera indesejáveis, a viver em condições precárias, e até deu 300 euros a cada um, deixando claro que nada impedirá que esses romenos agora reenviados para a sua pátria voltem quando entenderem. Logo, logo, surgem acusações de práticas nazis, transformam-se as expulsões em deportações massivas e receia-se já o reacender das fornalhas dos campos de extermínio. Esta argumentação, intelectualmente desonesta por substituir factos por interpretações, não se pronuncia sequer sobre o direito que um país tem de acolher quem bem entender e reduz a Europa à situação da velha puta, sempre de porta aberta.
Sampaio, instalado como comissário para os refugiados, vem aparentemente defender o seu emprego. Aparentemente porque continuo sem perceber nada daquilo que o homem diz em Português:
O antigo Presidente da República de Portugal realçou ainda “a necessidade de as sociedades serem sociedades plurais, que já o são”, e de ser promovida a tolerância entre as pessoas.
Já era assim quando presidia à República. Falava, falava, e eu não percebia nada. Talvez Sarcozy ou os romenos o compreendam.

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