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domingo, 14 de novembro de 2010

A razão a quem a tem

Numa arrogância de que frequentemente me arrependo, comecei por me rir do actual Papa e da sua voz senil. Mas, paulatinamente, fui mudando de opinião. O homem não é nada parvo. Estou completamente de acordo com estas afirmações do Papa. É exactamente o que venho dizendo e escrevendo, neste blogue e em caixas de comentários de outros que me merecem respeito:

"Perante o arrastar do "desequilíbrio entre riqueza e pobreza, o escândalo da fome, a emergência ecológica e o problema do desemprego", Bento XVI considerou decisivo um "relançamento estratégico da agricultura".

"Parece-me uma boa altura para que se volte a valorizar a agricultura, não em sentido nostálgico, mas como recurso indispensável para o futuro",
sublinhou.
(...)O papa também criticou os países onde, "apesar da crise, se incentivam estilos de vida que convidam a um consumo insustentável, que resulta em danos para o ambiente e para os pobres".

"É preciso apontar um novo equilíbrio entre a agricultura, indústria e serviços, para que o desenvolvimento seja sustentável e a ninguém falte o pão nem o trabalho, o ar, a água e o resto dos recursos que sejam preservados como bens universais".

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