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sábado, 30 de abril de 2011

Escrita feliz

Ouço-os: a escrita sai-lhes naturalmente, sem sofrimento nem especial esforço. Escrevem por prazer, ou não o fariam. Um, que vende em barda, confessa até que não conhece a branca do escritor. O seu problema está na falta de tempo e não na de ideias, pelo que se fica por modestas trinta páginas diárias.
Escrevem como eu cago. E o resultado não é muito diferente.

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